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Conselho de Justiça também se “esqueceu” de ouvir o árbitro Jacinto Paixão no apito dourado

Conselho de Justiça também se “esqueceu” de ouvir o árbitro Jacinto Paixão no apito dourado

10 anos depois e com a dragatagem quase toda reunida nos meios de decisão, aparece uma anulação do castigo do FC Porto no processo apitou dourado. Segundo a imprensa, a anulação deve-se às escutas que foram ordenadas pelos juizes, não terem sido consideradas válidas e que a ex-mulher de Pinto da Costa, Carolina Salgado, não foi considerada uma pessoa credível.

Depois de tantas escutas, que provam pagamentos com meninas, escolha de árbitros e afins, 10 anos depois o Conselho de Justiça vem dizer aos adeptos de futebol que o café com leite era mesmo café com leite e que antigamente pinto da costa podia ligar para os amigos a desejar árbitros para os seus jogos. Mas onde fica o ex-árbitro Jacinto Paixão que confessou tudo?

Esta é mais uma tentativa de ligar o processo apito dourado com o caso dos supostos e-mails. Querem comparar os dois casos mas estão completamente enganados. Nenhum dos supostos e-mails há fruta ou pagamentos a árbitros. Nenhum dos supostos e-mails há pedidos a que seja o árbitro x ou y. Nos e-mails não há nenhum árbitro a dizer que foi corrompido.

Mais uma tentativa furada de limpar o apito dourado na história do FC Porto. Mas essa continuará no museu do futebol português.

E o Sporting que não se ria porque ainda há um presidente a dizer que comprava árbitros e um dirigente a depositar dinheiro na conta de um.

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