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A farsa da imparcialidade volta a ser exposta

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Não são apenas os ex-árbitros que analisam lances consoante a cor das camisolas. Há também comentadores que se apresentam como imparciais, mas que depois comentam conforme o clube em causa.

José Manuel Freitas, sportinguista assumido, achou que ninguém se iria lembrar do que disse sobre o lance de Trincão, que deu origem ao golo do empate.
Num empurrão pelas costas, afirmou que “não há nada”.
No golo anulado ao Benfica, num lance semelhante, já garantiu que era falta.

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É esta dualidade de critérios que expõe a farsa da chamada imparcialidade. São estas pessoas que continuam nas televisões a posar de isentas, convencidas de que podem dizer tudo, mudar de opinião conforme lhes convém, sem qualquer escrutínio ou consequência.

E depois admiram-se que ninguém leve a sério as análises que fazem.

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