Inicio top Adepto fica neste estado depois da competição de Proença/Carneiro

Adepto fica neste estado depois da competição de Proença/Carneiro

Felizmente o Benfica não participa pois por esta altura toda a gente diria que tinham sido os lampiões. Infelizmente não veremos o Secretário de estado a reagir a mais um acontecimento lamentável porque não é com o Benfica. Infelizmente veremos uma directora executiva da liga a lavar as mãos do assunto, aliás como sempre o fez sempre que a Liga é responsável. E sim, a Liga é responsável por esta Final Four.

Um adepto sportinguista foi agredido por três jovens, um dos quais com um bastão, em Braga, no fim do jogo entre os minhotos e o Sporting, que a equipa da casa venceu por 2-1.

Joel Martins, 26 anos, ficou no estado que as fotografias desvendam. Ia jantar com a namorada na Taberna Belga, na rua Cónego Luciano Afonso dos Santos, perto de casa, quando as agressões começaram, por volta das 23 horas. O jogo tinha terminado e Joel, que não foi ver a partida ao estádio, entrava no restaurante, com uma camisola do Sporting vestida. “Mal entrei na sala, um jovem de uma mesa de sete ou oito pessoas começou a ameaçar-me. Disse que me partia todo se não tirasse a camisola”, contou ao JN ao jovem, com a cara ainda ensanguentado, pouco depois do episódio de que viria a ser alvo.

Face às ameaças violentas, Joel pediu ao indivíduo que se acalmasse e, entretanto, mais adeptos do clube leonino – derrotado pelos vimaranenses na meia-final da Taça da Liga – entravam no restaurante. Enquanto esperava pelo jantar, foi para fora do estabelecimento fumar um cigarro e beber a cerveja que lhe tinham servido. “Estava eu lá fora e, de repente, o indivíduo que me tinha ameaçado aparece com um bastão preto, de meio metro, e outros dois homens atrás”. Todos entre os 20 e os 30 anos, conta. A seguir, o mesmo grupo agrediu-o com a vara de madeira na cabeça e na perna, ameaçando também a namorada do jovem, que no momento estava a usar canadianas. “Racharam-me a cabeça. Comecei a gritar e a dizer para pararem, que não sabia quem eu era, que até podia ser polícia”, contou Joel, oficial do Exército, momentaneamente de licença.

Foi nessa altura que pelo menos um dos agressores, o que segurava no bastão, fugiu do local. Joel ainda tentou segui-lo para apontar a matrícula do carro em que se deslocava, mas sem sucesso. Entretanto, chamou a PSP, que rapidamente chegou ao local. “Em dois minutos, as Equipas de Prevenção e Reação Imediata puseram-se aqui”, contou.

O jovem, assistido no local pelo INEM, garante que ocorreram mais agressões na zona.