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Amarelo a António Silva e recuo no guarda-redes, e há polémica

“Gatilho rápido”, capitão leva amarelo e o critério é questionado

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Não é necessário ir a outros jogos do árbitro José Bessa para mostrar que temos razão quanto ao critério utilizado no Arouca, Benfica.

António Silva, como capitão, aproxima-se do árbitro para reclamar da decisão de dar amarelo a Richard Ríos, num lance em que, na leitura feita, foi o jogador do Arouca que tropeçou no relvado. E o capitão do Benfica leva amarelo. Gatilho rápido e agressivo na forma como foi aplicado ao capitão.

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Hjulmand deve-se ter rido bastante com a impunidade que tem, olhando para o que o árbitro fez a um jogador do Benfica neste jogo.

Mas na mesma partida, sem repetição aproximada, o árbitro foi apanhado a guardar o cartão amarelo e a ir ao bolso novamente para o mostrar ao guarda-redes do Arouca por ter feito precisamente o mesmo que o capitão do Benfica. Só que, nesse momento, retraiu-se e desistiu da ideia, porque seria o segundo amarelo e o guarda-redes acabaria expulso.

O árbitro errou duas vezes. Primeiro, por dar amarelo a António Silva, deixando-o de fora frente ao Vitória. Depois, por não manter o critério, recuando para não expulsar o guarda-redes do Arouca. É nestas diferenças que a confiança se perde, porque o problema já nem é a falta, é a desigualdade na consequência.

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