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Benfica calou críticas com golos trabalhados e sem sofrer

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O Benfica garantiu o apuramento para o play-off da Liga dos Campeões, após vencer o Nice por 2-0 (4-0 no agregado). Pela frente terá agora o Fenerbahçe de José Mourinho, que já começou com os seus habituais mind games.

Curiosamente, no início desta eliminatória, em conferência de imprensa, perguntaram a Bruno Lage sobre a eventual necessidade de contratar um “criativo”. A resposta foi direta: o Benfica já tem jogadores criativos, e o que realmente importa é a criatividade coletiva. Disse-o na teoria e provou-o na prática, um golo coletivo na primeira mão e outro na segunda.

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@hugogil07 Mais uma vez passou ao lado dos jornalistas a criatividade coletiva da equipa do Benfica. #slb #slbenfica #estadiodaluz #fyp ♬ original sound – Hugo Gil

Agora, o silêncio. Parece que de repente se esqueceram da “falta de um criativo” tão falada quando o Benfica não faz exibições de encher o olho. O discurso crítico desaparece quando os golos surgem de forma trabalhada e não de rasgos individuais, contrariando a narrativa habitual.

O Benfica chega a este play-off sem qualquer golo sofrido e com um futebol sólido, mas continua “longe” – dizem alguns – do super Porto, tantas vezes elogiado por pessoas que se dizem benfiquistas. Talvez porque, para alguns, o que interessa não é a verdade em campo, mas sim a agenda que lhes convém.

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