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Benfica entra com tudo frente às Federações de Basquetebol e Atletismo

Em causa estão os castigos a Ivan Almeida por ter sido alvo de ataques racistas no dragão e na regras de ultima hora no atletismo

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Sagrámo-nos campeões nacionais de atletismo pela 12.ª temporada consecutiva, prolongando a já longa hegemonia na modalidade e superando a concorrência e vicissitudes inexplicáveis. Este é o tema em destaque na News Benfica, mas não o único: a decisão da Federação Portuguesa de Basquetebol de suspender Ivan Almeida é inenarrável.

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Em Leiria, mais um momento à Benfica, com a conquista do 12.º título nacional masculino em pista ao ar livre. Um registo histórico na modalidade em Portugal.

Competência, resiliência e ambição de toda uma equipa apesar da excessiva subjetividade das regras, quer desportivas, quer burocráticas.

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Mantém-se uma impressionante série vitoriosa numa modalidade que ficou mais confusa nos anos recentes e que precisa, urgentemente, de uma reflexão e de recuperar o diálogo e um processo de comunicação despojado de prepotência para com clubes, atletas e todos os intervenientes. De outra forma, Portugal arrisca-se a estagnar e deixar de atrair talento para alcançar os resultados que ambiciona no panorama internacional.

O Sport Lisboa e Benfica continuará, com o seu profissionalismo e determinação, a elevar os padrões da modalidade, respeitando os regulamentos e sem inscrições de última hora.

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Destaque para as palavras de Ana Oliveira, diretora do Benfica Olímpico, que deixa um alerta quanto à atual situação que a modalidade atravessa. Declarações para ler aqui.

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A suspensão de Ivan Almeida, por dois jogos, é ultrajante.

Recordemos os acontecimentos: o nosso basquetebolista foi recorrente e lastimavelmente alvo de insultos racistas no Dragão Arena. O agressor foi identificado no jogo 3 da final, motivando uma queixa, durante a partida, ao comissário de jogo por parte do team manager da nossa equipa. No final do jogo seguinte, enquanto celebrávamos o título nacional, o nosso atleta foi, de novo, vítima de abusos racistas, os quais, como se compreende, não ignorou. Ao reagir foi interpelado por atletas adversários, gerando-se uma confusão que agora motiva um castigo.

Resultado: há racistas que continuarão a frequentar pavilhões e uma vítima de atos racistas que, por se ter recusado a compactuar com o antiquado e inaceitável “cala-te e joga”, é suspensa por dois jogos.

Esta é uma decisão tão absurda quanto grave. É aviltante e, até, irresponsável. É indecorosa porque coloca o ónus na vítima, ao invés de castigar os agressores e de contribuir para que atos como estes sejam, como há muito deveria ter acontecido, definitivamente erradicados dos pavilhões (e estádios) portugueses.

O Sport Lisboa e Benfica, como é evidente, recorreu do castigo.

Leia também: Benfica apresenta segundo e terceiro equipamento da temporada – video

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