
José Pereira da Costa reagiu com dureza à possibilidade de Rui Costa e o Benfica serem alvo de uma queixa da APAF, na sequência das críticas feitas à arbitragem do Famalicão, Benfica. O presidente da Mesa da Assembleia Geral dos encarnados mostrou-se incrédulo e considerou que, perante o que aconteceu no jogo, seria incompreensível punir quem denunciou o erro e não quem o cometeu.
“Seria irónico, trágico, mas também seria o cúmulo da desfaçatez se, perante o que se passou no sábado, se punisse o presidente do Benfica e não quem errou, o árbitro e o VAR”, afirmou, em declarações à BTV.
Pereira da Costa defendeu ainda Rui Costa, considerando que o presidente “deu eco ao sentimento de todos os benfiquistas” ao pedir explicações sobre uma decisão que, no entender dos encarnados, teve influência direta no resultado. O dirigente lembrou que o Benfica quer que os campeonatos sejam decididos “por quem está dentro de campo” e não por erros de arbitragem.
O responsável encarnado pediu medidas imediatas para as duas jornadas finais, nomeadamente a divulgação dos áudios entre árbitro e VAR. “A publicação dos áudios é essencial para percebermos o que se passa naquele minuto”, sublinhou.
Pereira da Costa apontou ainda o dedo a Gustavo Correia, recordando “dois erros que custaram quatro pontos” ao Benfica com o mesmo árbitro, e defendeu que o modelo de gestão da arbitragem deve ser auditado, fiscalizado e responsabilizado.

