Benfica reage às agressões e deixa um apelo às autoridades

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“Foi uma vitória difícil, mas merecida”, começou por dizer Jorge Jesus, instado a comentar o triunfo ante o Santa Clara, por 2-1, reconhecendo a forte réplica oferecida pelo adversário.

Somar os três pontos era o objetivo primordial da equipa e esse foi conseguido. Importava aumentar a distância pontual para o mais direto perseguidor, o Braga, que perdera um dia antes, e tentar a aproximação ao FC Porto, que jogaria logo depois, o que se veio a confirmar fruto do empate verificado em Moreira de Cónegos.

As dificuldades criadas pela equipa do Santa Clara não surpreenderam, afinal perdera em Alvalade e no Dragão pela margem mínima encontrando-se empatada, em ambos os jogos, até muito perto do apito final, além de que ganhara em Braga.

Não obstante os açorianos terem sabido complicar a tarefa da nossa equipa, há que realçar que criámos as melhores oportunidades de golo, o que justifica plenamente o resultado favorável às nossas cores. Jorge Jesus elogiou a postura da equipa, que, perante as dificuldades, “nunca ficou ansiosa e procurou sempre o golo”.

Conseguimos assim o oitavo triunfo nas últimas nove jornadas, num percurso recente caracterizado por maior consistência e melhores resultados face ao dos dois primeiros meses do ano, no qual nos vimos afetados significativamente por constrangimentos por demais conhecidos.

Faltam agora cinco jornadas para terminar a Liga NOS e a final da Taça de Portugal. Queremos vencer todas as partidas ainda por disputar e é com o enfoque nesse objetivo que a nossa equipa continuará a trabalhar arduamente.

De Todos Um, o Benfica!

P.S.: Os acontecimentos presenciados por todo o país em Moreira de Cónegos, após o apito final entre Moreirense – FC Porto, são a face mais visível de uma cultura desportiva que se repudia e tem de ser exemplarmente punida.

Intimidações, insultos, arruaças e agressões não dignificam o futebol português e em nada contribuem para a sua promoção.

O Sport Lisboa e Benfica apela às autoridades públicas e às instâncias desportivas, Federação e Liga, que atuem de forma célere sobre os responsáveis por estes atos por forma a que estes comportamentos não voltem a ter lugar em Portugal.