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Bernardo Silva é um Benfiquista dono do seu destino

Seleção chega e volta o tema Bernardo, crítica ao “negócio” das eleições

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Chega a Seleção e aparecem sempre os mesmos temas. Não se entende como é que ainda acham que isto vende, mas eles lá saberão.

Nas eleições do Benfica usaram e abusaram de um suposto regresso de Bernardo Silva. Quem, nas primeiras eleições em que participou, criticou quem usava regressos como trunfo, acabou por fazer o mesmo nas últimas. Pior, alimentou a ideia, foi a Manchester pousar para a foto e depois, aos poucos, foi recuando.

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As eleições já lá vão e não vale a pena entrar em vencedores e vencidos. A verdade é simples, os jogadores, quando querem regressar ao Benfica no topo da carreira, ou quando acham que podem acrescentar à equipa, regressam. Regressam pelo Benfica, não por treinador A, jogadores B ou presidente C.

Bernardo Silva é dono da sua vontade e do seu destino, e ninguém o tem de condenar por querer o melhor para ele. Aliás, no Benfica de hoje, se ele regressasse e tivesse dois ou três jogos menos conseguidos, acabava atacado como aconteceu com Di María. Os mesmos que choraram quando ele saiu, são muitas vezes os mesmos que o criticaram enquanto cá esteve.

E é por isso que o Benfica não pode viver de sonhos de regressos. O Benfica tem de viver de projeto, de planeamento e de exigência diária. Regressos são bons quando acontecem, mas não podem ser bandeira, nem promessa, nem arma eleitoral.

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