O Benfica visita o reduto do SC Covilhã – 5.º classificado da LigaPro – com a “ambição e obrigação de vencer” o jogo da 2.ª jornada do Grupo B da Taça da Liga. À BTV, Bruno Lage, que não pode contar com o castigado Gabriel, garante que vai apresentar o “melhor onze” para dar a “melhor resposta”.
O que espera deste adversário?

Conhecemos muito bem o SC Covilhã do ano passado e também o trajeto do seu treinador e a ambição que tem para esta época. É uma equipa composta por bons jogadores, bons valores, que tem feito um campeonato muito interessante e que, a jogar em casa, vão com certeza criar muitas dificuldades. Têm, neste momento, a mesma ambição do que nós de seguir em frente na competição, mas nós, por aquilo que somos e que representamos, temos de fazer um bom jogo e vencer. Não conseguimos vencer o primeiro jogo [empate com o V. Guimarães], estamos todos em igualdade pontual no nosso grupo e nós temos essa ambição e essa obrigação de vencer, fazer um bom jogo e marcar golos.

Com pouco tempo de descanso entre jogos, pensa em fazer algumas alterações em relação ao onze apresentado na Alemanha e com o Marítimo?

Essa é a nossa forma de trabalhar: em função daquilo que é o calendário apresentar sempre aquele que nós entendemos que é o melhor onze para dar sempre a melhor resposta.

Um jogo onde não pode contar com Gabriel…

Sim, é um facto. Também já não pudemos contar com o Gabriel nalguns jogos anteriores, quando esteve lesionado. Neste momento, está castigado. Foi uma situação diferente, mas nós temos de entender o jogador. É isto que o torna especial e muito importante para a nossa equipa: a vencer por 4-0 com o Marítimo, disputa aquele lance como se fosse o último, e, com um cartão amarelo, é expulso. É recordar aquele que foi o primeiro jogo da época, a Supertaça, que a vencermos por cinco golos, disputou cada lance como se fosse o último. Neste último jogo deixou-nos a jogar com 10, na Supertaça lesionou-se… É entendermos que é um jogador especial, muito importante para a nossa equipa e que vive o jogo com esta intensidade. É, por isso, um não assunto. Há que seguir em frente e, a cada momento, independentemente de quem esteja disponível – quer castigados, quer lesionados –, apresentar sempre o melhor onze.