“Primeiro quero falar do minuto 30. Isto tem de acabar. Acho que foi um adepto para o hospital, mas ninguém foi preso. Temos de começar a prender esta malta, sejam eles pretos, vermelhos, azuis ou verdes. Têm de ser presos. Estas situações têm de evoluir de outra maneira. Hoje ficámos parados por isto. Já chega. Temos de tomar medidas drásticas. Eu como adepto, não queria trazer o meu filho à bola.

Novos jogadores: “É esse cuidado que temos vindo a fazer. Olharmos para o que de bom fizemos, com bola e sem bola, e partir disso como base. Para que os novos aprendam aquilo que é a nossa forma de jogar e criar condições para que eles se aproximem daquilo que é desejado, para começar a competir”.

Duas semanas de digressão: “Sim. É a competir com equipas fortes, para medir forças com eles. Assim é que vemos que problemas temos. Há um ou outro momento que queremos fazer melhor. É nisso que estamos a trabalhar”.

Jogos decisivos: “Não. A minha avaliação é diária. São os jogadores que fazem o onze. É aproveitar o melhor possível os minutos que lhe são dados”.