Cofina insiste em guerra fria depois de uma rara resposta

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A Guerra Fria terminou há três décadas, mas parece perdurar no imaginário de algumas mentes, que, à falta de dados objetivos que sustentem teorias variadas, enveredam por narrativas ficcionais, sem qualquer adesão à realidade.

Vamos ser muito claros: não há guerra de qualquer espécie (ou temperatura) no seio do Sport Lisboa e Benfica.

Pelo contrário, o tempo é de união e não de passa culpas. Já há muito que o Benfica deixou de ser gerido de fora para dentro. São anos e sucessivas decisões importantes a comprová-lo. Sabemos onde estamos e para onde vamos. Conhecemos o contexto em que estamos inseridos e que desafios temos pela frente.

No plano desportivo do futebol, os mais imediatos são os seguintes: passar a eliminatória da Liga Europa; atingir a final da Taça de Portugal; e, na Liga NOS, tal como Jorge Jesus já explicitou, ir de degrau em degrau, trepando na classificação, para no final fazer as contas.

Que não haja dúvidas: não obstante as muitas adversidades, seguimos juntos na demanda de recolocar o Benfica no lugar que os benfiquistas desejam e merecem.

E entre essas adversidades consta o inexplicável fenómeno das grandes penalidades, cuja atribuição ao Benfica parece subitamente vedada no Campeonato.

A última jornada foi apenas mais uma a contribuir para este mistério da aparente impossibilidade de se assinalarem faltas na área dos nossos adversários. E, como se não bastasse, jornada após jornada, observamos a discricionariedade ao nível dos critérios. Ao FC Porto qualquer toque resulta em penálti, e já são 12, enquanto ao Benfica nenhum, por mais evidente que seja, justifica um castigo máximo ou sequer, nalguns casos, uma apreciação por parte do VAR.

Sobre estas e outras questões, e tal como já está previsto desde o início do mês, falará o Presidente Luís Filipe Vieira a 28 de fevereiro, o dia em que comemoramos o 117.º aniversário de vida do nosso querido Sport Lisboa e Benfica.

De Todos Um, o Benfica!