Como o diretor do Record se mexe no futebol

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O jornal Record é gerido por uma pessoa do Sporting e que em tempos era baterista na banda “kaga nisso”.

Bernardo Ribeiro, apesar do confinamento, adora vibrar com o seu sporting no local de trabalho. Já foi apanhado mais que uma vez mas continua a apresentar-se como independente. Mas “kaga nisso”.

Como todos sabem, este diretor do Record tem um central a atuar na equipa titular do Code City. Aquele que se expulsou diante o Sporting, ao colocar a mão na bola. Não lhe foi atribuída uma medalha de lata e ainda levou a mesma nota de desempenho que os centrais que venceram a partida. O Code City perde mas a culpa nunca é daquele central. Mas “kaga nisso”.

No período do tempo em que este central está no Code City, quantas vezes o Belenenses clube e as suas razões foram noticiados no jornal? Quantas vezes foi dada a voz ao Belenenses clube? Ao Code City nem conseguimos contar pelos dedos. Mas “Kaga nisso”.

Neste mercado de inverno este grande central esteve para se mudar para o clube do seu grande amigo, Carlos Freitas. Amigos e colegas do tempo do jornal OJogo, onde ambos tratavam da secção do Sporting. Eram controlados pelo Tavares do FC Porto. Mas “kaga nisso”.

 

A transferência acabou por falhar devido a “burocracias”. Mas que tipo de “burocracias” estamos a falar? É aqui que percebemos que o Record não tem leitores. Se tivesse tanta audiência isto seria tema em todo o lado. Mas “kaga nisso”.

É contra isto que o Benfica tem de lutar e não pode ignorar o que estes tipos andam a fazer. Recordo que recentemente este individuo usou o seu jornal para atacar o Benfica de algo que nunca aconteceu e que eu gostaria que acontecesse. E aqui eu “não kago nisso”.

Querem fazer do Record um jornal oficioso do Sporting, força! Eu nem meto lá dinheiro portanto… Agora o Benfica não pode ceder entrevistas a canais oficiosos do Sporting. É verdade que deixou de acontecer e esperemos que assim continue. Mas não pode ceder a gente que nos goza todos os dias.