Crítica a José Bessa, penáltis, amarelos e uma postura de confronto fisico
Arbitragem em Arouca volta ao centro, e críticas apontam agressividade

Ontem tivemos um árbitro que, pela forma como geriu o jogo, parece pronto para fazer frente ao Hjulmand assim que ele pensar aproximar-se para reclamar. Já que não o fez no único jogo que apitou do Sporting esta temporada, pode ter oportunidade de o fazer se voltar a ser nomeado.
Ontem, para além do penálti que fica por marcar e do outro assinalado contra o Benfica, José Bessa chegou ao ponto de andar a empurrar jogadores do Benfica. António Silva, que estava como capitão, assim que foi reclamar e disse que o jogador do Arouca tinha tropeçado no relvado, viu logo o árbitro sacar do gatilho do amarelo.
Porque é que o capitão do Benfica leva amarelo quando ainda está a meio da serra da Freita e o árbitro pode empurrar um jogador da mesma de uma forma emproada e autoritária? pic.twitter.com/NLMePFz9oM
— José Marinho (@zemarinhoficial) March 15, 2026
E é aqui que se pergunta, qual é a justificação do Conselho de Arbitragem para ter árbitros deste nível, que erram sempre para o mesmo lado e que ainda exibem uma atitude agressiva com jogadores do Benfica. Qual foi a razão para este tipo de postura, e o que é que se faz quando um árbitro deixa de ser gestor do jogo e passa a ser parte do conflito?
Isto não é só uma questão de lances, é uma questão de autoridade, equilíbrio e respeito. Quando o árbitro entra numa dinâmica de confronto, perde-se o controlo e o jogo fica contaminado, dentro e fora das quatro linhas.


