Ontem, no Santiago Bernabéu, quem mandou no jogo foi a equipa visitante. O Getafe venceu o Real Madrid por 1-0 e, no fim, o momento mais comentado já nem foi o golo, foi a confusão após o apito final.
Nas imagens que circulam nas redes, vê-se Vinícius Júnior envolvido numa troca de palavras com Allan Nyom, depois de uma provocação do jogador do Getafe durante a celebração. E aqui nasce a pergunta óbvia: onde fica a coerência, quando o próprio Vinícius é um dos rostos mais associados a festejos com dança, e à ideia de que cada jogador deve celebrar como quiser?
Vinicius insultó y quiso golpear a un jugador del Getafe porque según él celebró el gol de manera “provocadora” jajajaja justo él 🤣
¿Saldrán ahora en defensa del jugador del Getafe y dirán que tiene derecho a celebrar como quiera? ¿O solo si eres del Real Madrid y negro puedes… pic.twitter.com/VQjNOgfeWr
— CHAD (@ChadAbrazo) March 3, 2026
Se o problema foi a provocação direta, e não a dança, então que se diga isso claramente. O que não bate certo é criticar o espetáculo quando ele é dos outros, mas defendê-lo quando é o nosso.
E depois há o ruído seletivo. Nas redes, pareceu-me que alguns comentadores que foram muito rápidos a transformar outras polémicas em telenovela, desta vez preferiram o silêncio. No fim, fica a sensação de dois pesos e duas medidas, e isso só alimenta mais barulho à volta do futebol.
Onde estão agora os jornalistas brasileiros?
A saga continua.@UEFA pic.twitter.com/3PJSgrJKG5
— 🇦🇹𝕯𝖔𝖒𝖎𝖓𝖎𝖈¹⁹⁰⁴ (@slbamadora) March 3, 2026
— Follow – @M10Update (@IShowMovie) March 2, 2026
En la ida expulsaron a Nyom y Vinicius se burló del camerunés y de Bordalás. El karma es maravilloso. pic.twitter.com/eXO1t90hz1
— -1899- (@_Futbolero_) March 2, 2026

