Agora que o mercado fechou, vale a pena recordar o papel do Record neste defeso. Quem não se lembra da provocação do diretor do jornal ao Benfica, por causa de Di María?
— “Tal comunicado poderia deixar-nos preocupados, não fossem os factos – sempre eles – estarem do nosso lado.”
Acontece que os tais factos não ficaram do lado do Record… nem do seu diretor.
Segundo esta folha, o Benfica vai buscar um jogador acabado de ser contratado pelo Wolfsburgo depois de uma época em que lá esteve por empréstimo do Union SG. https://t.co/NWZg9M7Pyg
— Hugo Gil (@HugoGil07) August 11, 2025
Depois veio a novela Amoura: segundo o jornal, caiu porque o Benfica tinha ficado com Akturkoglu. Mas o turco acabou no Fenerbahçe e nem Amoura nem Akturkoglu vestiram de vermelho. Factos? Sempre do lado contrário.

Sudakov, que estava “fora dos planos do Benfica”, é hoje o novo número 10. Lokebakio também chegou, até 2030, depois de o mesmo jornal garantir que estava descartado. Os “fora dos planos” acabam todos a vestir o Manto Sagrado.

E quando toca ao Sporting, a postura muda. Varandas é ridicularizado nas redes sociais pela camisola mal escrita de Hjulmand, pelas comissões obscuras e pelo falhanço Jota Silva a um minuto do fecho de mercado. Mas o Record apressa-se a defender o presidente.
Comem deste prato quem quer. O que não dá é para negar: o Record funciona como jornal oficioso do Sporting.