
Nas últimas horas, os cartilheiros do Sporting voltaram à carga com a mesma cassete que o cartilheiro master já tinha tentado impor quando se queixou do penálti defendido por Trubin. Repetiram por todo o lado que “na Europa” houve vários lances iguais e que os penáltis foram repetidos, como se isso bastasse para provar que a decisão de Alvalade foi um ROUBO. O objetivo era o de sempre, não esclarecer ninguém, mas enganar quem vê futebol sem conhecer a regra e transformar propaganda em verdade repetida.
Como ninguém os expôs a tempo, acharam que podiam voltar a passar a mesma mercadoria estragada. E foram buscar o Toulouse-PSG, um lance de agosto da época passada, repescado por contas sportinguistas para tentar mostrar, de forma “inequívoca”, que em Alvalade o Benfica tinha sido levado ao colo. Só esconderam a parte que arrumava logo a conversa. A Direção de Arbitragem da Federação Francesa concluiu precisamente o contrário, o penálti de Toulouse não devia ter sido repetido. O VAR identificou a invasão de João Neves, sim, mas essa invasão não cumpria as condições exigidas pela lei para obrigar à repetição. Ou seja, em França, aquilo que tentaram vender como prova contra o Benfica foi afinal tratado como erro da arbitragem.
Mais um penalti repetido apos invasão de área. ‼️🚨
Desta vez nem se aplica a regra inventada de que “é preciso estar a disputar a bola com alguém” 🤷♂️
O Sporting CP foi escandalosamente roubado contra o Carnide. pic.twitter.com/lMfP9vVd8A
— 𝑳𝑬𝑨𝑶 𝑫𝑶𝑺 𝑭𝑨𝑪𝑻𝑶𝑺 🦁 (@LeaoDosFactoss) April 25, 2026
E isto é o que mata a narrativa toda. A lei não diz que basta entrar na área para repetir automaticamente. A IFAB clarificou para 2024/25 que a invasão só deve ser sancionada se tiver impacto claro no batedor ou no guarda-redes, ou se o jogador que invade entrar depois na disputa da bola e daí nascer uma jogada de golo ou uma ocasião clara. Foi precisamente por isso que a alteração foi feita, para evitar repetições absurdas em lances onde a invasão existe no papel, mas não interfere de forma real no desfecho da jogada.
Penálti em Espanha arrasa a narrativa de Vítor Pinto
Portanto, podem começar a apagar as asneiras e a pedir desculpa pela desinformação espalhada. O exemplo francês não confirma a tese do roubo, rebenta com ela. Em vez de desmontarem a cartilha do costume, preferiram andar atrás do cartilheiro master, repetir frames, atirar chavões e ver se colava mais uma mentira. Não colou. Em França, o penálti repetido foi considerado erro. E quando o melhor exemplo que arranjam acaba por desmentir tudo o que andaram a berrar, a conclusão é só uma, confiar nesse tipo de comentariado é a forma mais rápida de ficar do lado errado dos factos.
🚨 Toulouse x PSG 30/8/2025
Penálti repetido porque o jogador que joga a bola estava dentro da área antes da conversão. Se fosse contra o slb não era repetido pois nenhum jogador do Toulouse se fez à bola 😬pic.twitter.com/ajKkvHoMOp— saltfingering (@SaltFingering) April 25, 2026
Temos aqui um exemplo perfeito de uma grande penalidade igual à de Suárez frente ao SL Benfica, mas a decisão foi diferente.
Jogo ocorreu a 30/08/2025, o penalti foi repetido porque o jogador que corta a bola estava dentro da área antes de ser batido.
O argumento que foi dado… https://t.co/vsf5JUFHZc
— Sporting Adeptos 🏆🏆 (@Sporting_CPAdep) April 25, 2026
A discussão acaba aqui. Em Alvalade foi roubo. https://t.co/MH0jwCDC7B
— Diogo Bernardo 🏆🏆🇳🇬 (@diogomlbernardo) April 25, 2026
Os franceses não receberam a actualização da lei. A "lei Rabolha" https://t.co/rDzFTLfsLp
— Vasco 🏆🏆 🇳🇬 1906 (@soeiro_v) April 25, 2026
Qual é a diferença? Os jogadores também não se fizeram ao lance e foi repetido. E antes que venham dizer, o lance foi esta época, em Agosto https://t.co/aApz8clXNB
— André Fidalgo 🫡 (@Andrefidalgo77) April 25, 2026


