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Golos coletivos e baliza inviolável: o Benfica em números

A criatividade coletiva que alguns se recusam a ver

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São já quatro golos construídos coletivamente, com jogadas em que tanto quem constrói como quem se movimenta fazem a diferença. Em seis jogos, quatro golos destes deveriam bastar para calar quem passa a vida nas televisões a exigir “um criativo” para o Benfica.

Bruno Lage foi claro: perguntou o que é um criativo para si. Foi gozado pelos voluntários de campanha, pelos “masters” das transferências que todos os mercados metem 100 nomes no Benfica e até por alguns que se dizem benfiquistas mas se recusam a elogiar o trabalho da equipa. No entanto, os factos estão aí:

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  • baliza a zero,
  • um troféu conquistado contra 11 e com 11,
  • futebol coletivo sólido com apenas seis, sete semanas de trabalho.
  • Em vez de reconhecer mérito, preferem falar de cartilhas sempre que o clube partilha estes números.

Outro alvo de fetiche é Richard Ríos. Mas as estatísticas desmontam qualquer narrativa: mais duelos ganhos, intensidade a meio-campo e consistência. Só não vê quem não quer.

O Benfica está a crescer com ideias coletivas. E isso, pelos vistos, dói mais do que qualquer falta de “criativo”.

Estão aí todos os golos para quem gosta de ver.

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