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Hjulmand, Suárez, William e Dedić, a impunidade seletiva

José Bessa em foco, e a pergunta sobre castigo ao árbitro ganha força

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O Conselho de Disciplina decidiu acompanhar o que escreveu o árbitro José Bessa sobre a expulsão de Dedić e aplicar-lhe um castigo ao nível do William Gomes, do FC Porto, num lance em que dá uma patada na cara do adversário, com risco de o desfigurar.

O jogador do FC Porto, que deveria cumprir dois jogos de castigo, ainda não cumpriu nenhum. Estão à espera que o FC Porto cumpra os seus objetivos para depois começar a cumprir.

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Dedić, que agarrou o adversário, apanhou também dois jogos de castigo. Não colocou a integridade física de ninguém em risco, mas, graças ao relatório do árbitro, lá vai ter de cumprir dois jogos. Resta saber se vão mais uma vez beneficiar o FC Porto e prejudicar o Benfica, obrigando o jogador a cumprir já o castigo.

Do lado do Sporting, Hjulmand, que agrediu um jogador do Santa Clara na Taça, passou impune com o argumento de que o jogo não pode ser re-arbitrado. Aqui tem graça, porque no caso Palhinha o jogo foi re-arbitrado e ainda puseram Fábio Veríssimo a pedir desculpa. Já sabemos também que Suárez não vai ser castigado. Se for, é lá para a próxima época, quando já não estiver no clube. É este o “não jogar baixo e sujo” de que Varandas tanto fala.

Do lado da arbitragem, resta saber quantos jogos José Bessa vai apanhar, depois de empurrar Dahl e de ter encostado a cabeça a outro jogador noutro jogo.

Castigos para todos os gostos, mas, no fim, o resultado parece ser sempre o mesmo. O prejudicado será o Benfica.

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