Lesão grave e sem expulsão gera polémica

Primeiro, fica o alerta para a violência das imagens. E depois fica a pergunta inevitável. Como é que o VAR, neste caso Bruno Esteves, não considerou expulsão para o jogador do Sporting?
O lance é simples de analisar. Com ou sem intenção, o jogador parte a perna ao adversário. É um facto. A consequência existe. E, ainda assim, não há expulsão. Pior, o próprio jogador fica no chão a queixar-se da falta que cometeu.
Se no final o árbitro assinala falta contra o Sporting, então estamos perante um lance de infração grave. E se é infração grave com este nível de consequência física, a expulsão devia ser automática. É isso que dizem as leis do jogo e é isso que se vê em praticamente todas as ligas competitivas.
Chegou primeiro à bola e levou um biqueiro na perna, o Diaz quando partiu dessa forma a perna ao Carmo, foi expulso. pic.twitter.com/jTEWmwebF4
— Carlos Santos (@karlussantus) February 5, 2026
O problema não é apenas este lance isolado. É o contexto. É a sensação crescente de que há decisões que acabam sempre por cair para o mesmo lado.
Agora prepara-se mais uma operação de branqueamento mediático para limpar mais um episódio polémico, numa altura em que ainda se fala do caso Hjulmand e da tentativa falhada de saída do jogador.
O mais preocupante é outro dado. O Sporting continua em competição com decisões arbitrais que, pelo segundo jogo consecutivo, estão a gerar polémica séria. E quando isto começa a ser padrão, deixa de ser coincidência.




