Depois de duas semanas em sigilo profundo sobre os casos de COVID-19 no plantel do FC Porto, hoje foi tornado publico mas de forma “rumores”. Foi o jornal record através do Vitor “off the record” Pinto. Gabo a coragem de ser o primeiro mas com duas semanas de atraso. Até no twitter falavam em 4 casos.

Assim que se deu eco aquilo que já se sabia mas a imprensa da “Correia” do norte prontificou-se a desmentir. E o que vai ver a seguir são exemplos de “contenção de danos” quando se trata do FC Porto.

O DN optou por citar o que o clube transmitiu. De frisar que estamos a falar de um clube que desmente tudo e mais alguma coisa. Aqui não desmentiu que há casos. Limitou-se a dizer que não informa sobre positivos ou negativos. Não nega que haja casos positivos. Usa aquela desculpa entre-linhas do “se houver”.

Mais rápido aparecem páginas afectas ao FC Porto a recorrer ao crime para difamar os atletas do Benfica que a revelar os casos positivos. Uma coisa que é super normal.

Depois temos o exemplo da cartilha passada para imprensa. Se num, temos por meias palavras e nenhum desmentido, noutro temos “um atirar de cabeça” mesmo que não seja rigorosa.

Ora não acreditando na imprensa da “correia” do Norte, fomos ouvir alguns responsáveis da DGS.

Ou seja, a DGS diz que não pode comentar porque não lhes é reportado. O titulo é uma completa falta de rigor, levando as pessoas a pensar que afinal não há casos. Acontece é que não é um caso de contágio massivo e portanto a Dr. Graças Freitas não pode comentar por não saber.

No meio disto tudo, já repararam que até às 15h14(hora a que escrevo o artigo) o que se diz Director de Comunicação, não disse nada? Nem um “é mentira”? Ontem quando soube que ia pagar os 2 milhões ao Benfica, até avisou que o melhor estaria para vir. Hoje, silêncio absoluto sobre o tema.

Aquilo está cada um por si. Já dizia o outro, “em 6 anos a solução foi um programa de TV no Porto Canal”.