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MP quer prisão efetiva para Fernando e Sandra Madureira

Ministério Público encerra alegações e pede prisão efetiva superior a cinco anos para Fernando e Sandra Madureira

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O Ministério Público (MP) pediu, esta segunda-feira, penas de prisão efetiva superiores a cinco anos para Fernando Madureira e Sandra Madureira, no encerramento das alegações finais do julgamento que decorre no Tribunal de São João Novo, no Porto. Segundo o MP, o casal liderou um “plano de intimidação” que vitimou vários adeptos e membros ligados ao movimento associativo do FC Porto.

“Os arguidos executaram um plano de intimidação. As testemunhas de defesa prestaram todas testemunhos incoerentes e facilmente desmontáveis”, referiu o procurador nas alegações.

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O MP destacou ainda que nenhum dos principais arguidos demonstrou arrependimento ao longo do julgamento, sublinhando a gravidade dos factos.

“Os arguidos até ao choro recorreram, mas nenhum mostrou arrependimento. Todos aderiram ao plano e o colocaram em prática. É altura de fazer justiça perante aqueles que nem os olhos podiam levantar, que tiveram de ir ao hospital e ainda hoje vivem com medo dos arguidos”, afirmou.

“Estas pessoas merecem justiça e os arguidos perceber que não podem fazer o que querem. Este tribunal tem de aplicar as medidas adequadas”, defendeu o representante do MP.

Além do casal Madureira, o Ministério Público pediu também penas de prisão efetiva para Hugo Carneiro, Vítor Catão, Vítor Aleixo e o seu filho. O MP considera que todos estes arguidos devem ser condenados com penas superiores a cinco anos, impedindo assim a possibilidade de suspensão da pena.

“Sandra e Fernando, como líderes, devem ser punidos com penas mais graves”, reforçou.

Quanto aos restantes arguidos no processo, o MP admite penas não privativas de liberdade, desde que condenados em coautoria com os principais visados.

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