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“Não é bater no peito só quando interessa”

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“Tudo foi feito para que a venda do Enzo não fosse feita. Consciência tranquila e estou tão triste como qualquer adepto do Benfica. Tentámos de tudo. O Enzo desde sempre mostrou vontade de não ficar no Benfica

O valor da cláusula é o compromisso entre clube e jogador para que, chegando uma proposta nesse sentido, o jogador possa dizer que quer sair. O Chelsea voltou dois dias antes do fim do mercado. O jogador desde início mostrou vontade de sair. Foi feita uma proposta de melhoria de salário. Metade da proposta do Chelsea era inviável para nós. Nós Portugal, não só o Benfica, temos dificuldade em acompanhar essas propostas.

O Enzo foi muito incisivo a sair do Benfica. Ele ficou intransigente. O Enzo não mostrou abertura. Tentámos que ele ficasse até final da época sem perder um tostão. Fiz a proposta que o Chelsea o comprasse e ele ficaria até final da época. Por empréstimo ou compra para o ano… O jogador não quis continuar no Benfica. Uma coisa é respeitar, mas quando nem assim ele quer ficar, tudo muda. Eu mudo. Uma coisa é ele não perder um euro e ele não querer continuar. Eu mudo e os benfiquistas têm de mudar comigo depois disto. Assim, ele deixa de ter compromisso com o Benfica. É aqui que eu penso que ele não poderia continuar no Benfica. Aqui entra o adepto, o presidente e o homem de balneário. Como adepto eu não queria mais o Enzo como jogador. Como presidente, ele não poderia continuar. Decidi que ele tinha de sair.

Estar comprometido com o projeto Benfica não é bater no símbolo da camisola quando isso dá jeito. Isso cada um pode fazer. Perdemos um grande jogador mas não vou ficar a chorar por um jogador que não quer representar o Benfica.”

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