Começam a surgir vídeos nas redes sociais e, claro, nos jornais do costume. O guião é sempre o mesmo: transformar João Noronha Lopes numa vítima ao estilo de Trump.
Primeiro, combinam a estratégia para repetir nas Assembleias Gerais aquilo que melhor sabem fazer — condicionar e baralhar. Depois, aparece o candidato, todo ofendido, a queixar-se porque não deixaram Vieira ou qualquer outro sócio contrário à sua candidatura falar.
Enquanto isso, multiplicam-se os advogados nas redes a ameaçar com processos judiciais, os bots e voluntários a distorcer factos à vontade, e, no fim, surge o candidato de ar inocente, a tentar passar-se por anjinho.
Mas não nos enganemos: Noronha Lopes é um dos principais mentores do clima que se vive hoje nas AG’s. Primeiro combinam como manipular, depois fazem-se de santos. Eis a “democracia” segundo Noronha e companhia.
E convém deixar o aviso: hoje calha a outros, mas amanhã poderá ser ele a ser silenciado pelo mesmo método.




