O ataque em todas as direções por parte de João Noronha Lopes mostra apenas uma coisa: desespero.
Desespero por um lugar que sente cada vez mais longe e que tenta conquistar atacando tudo e todos, mesmo à custa da imagem do clube que diz querer servir.
Hoje, mais do que nunca, é fundamental que os sócios do Benfica vão votar para colocar um ponto final numa candidatura que se alimenta do conflito e da mentira.
Durante quatro meses de campanha, ouvimos Noronha Lopes enaltecer a sua equipa “de excelência”, escolhida por ele, e repetir que não devia nada a ninguém.
Prometeu cortar com o passado, apresentou-se como o “grande gestor” e até mudou de estratégia para tentar conquistar os votos dos sócios que apoiaram Luís Filipe Vieira.
O resultado?
Um desastre completo.
Quando falhou nos debates, culpou o formato.
Quando não convenceu, atacou os jornalistas.
E quando perdeu, escondeu-se.
Foi assim na primeira volta e foi assim após o debate: desapareceu e mandou outros falar por ele.
Mas o mais caricato veio agora.
Depois das derrotas, Noronha Lopes decidiu copiar os argumentos de João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica.
Ontem, tanto ele como Nuno Gomes usaram, palavra por palavra, as ideias e exemplos que João Gabriel tinha publicado no LinkedIn.
É caso para dizer: “Oh João, mande-me mais dicas que estou a precisar.”
A mensagem é clara:
O candidato que dizia ter os melhores da comunicação afinal não confia neles.
Prefere copiar os argumentos de quem está de fora, revelando falta de autenticidade e de liderança.
Rui Costa repetiu vezes sem conta que a minha estrutura tem diretores a mais, mas a realidade mostrou o contrário.
Vai ser esta a estrutura do futebol que vai ganhar com José Mourinho. Connosco, o Benfica vai deixar de se contentar com ganhar pouco.#Noronha2025… pic.twitter.com/qxXH10SNo8
— João Noronha Lopes (@jnoronhalopes) November 3, 2025
Se ainda lhe restar um pingo de coerência, que assuma que usou as ideias do antigo diretor de comunicação.
Seria o mínimo, e talvez o único gesto de transparência verdadeira que já teve.