Aqui estão os dados oficiais da APCT referentes às vendas de jornais e revistas de Janeiro a dezembro de 2019, sendo que os resultados quando comparados com o período homólogo de 2018 são aterradores. Estes são os únicos números divulgados e ainda não estão sob o efeito pandemico. O que mostra que não é de hoje que a imprensa está na miséria devido ao conteúdo que criam e aos julgamentos que fazem na praça pública.

A campanha anti-Benfica tem provocado danos irreversíveis nestes últimos anos e quem diria que teriam de colocar a culpa num vírus obrigando-os a pensar a estratégia e fazê-los chorar sobre a tal pirataria que noutros tempos era enaltecida por ser de interesse público. No meio de tanto lixo, há pessoas de bem que pagam por tudo o resto. Mas nem todas as “guerras” são justas.

Correio da manhã – Menos 6537 jornais por dia. Quebra de 9%

Record – Menos Menos 1716 jornais por dia. Quebra de 5%

OJogo – Menos 2311 jornais por dia. Quebra de 9%

Expresso – Menos 4296 jornais por semana. Quebra de 7%

Jornal de noticias – Menos 3791 jornais por dia. Quebra de 8%

Diário de noticias – Menos 2536 jornais por semana. Quebra de 34%

Sábado – Menos 2618 revistas por semana. Aumento de 1%

Falassem de pirataria e afins no ano passado e não agora que andam aflitos. As quedas não são de hoje e curiosamente o Público é o único jornal que não regista quedas nas vendas. Curiosamente é o único jornal que não se mete em julgamentos na praça publica.