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O adepto genial que escreveu o Benfica dentro da literatura

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O Sport Lisboa e Benfica manifestou o seu profundo pesar pelo falecimento de António Lobo Antunes, destacando-o como um dos mais ilustres adeptos do clube e uma referência maior da cultura portuguesa contemporânea. No comunicado, o Benfica sublinha a ligação afetiva que o escritor manteve ao longo de décadas, lembrando que esse benfiquismo atravessou a sua obra e também os seus testemunhos públicos.

A nota destaca a forma como a voz literária de António Lobo Antunes expressou uma identidade profundamente enraizada no Benfica, e recupera frases que ajudam a explicar o lugar simbólico do clube na vida do autor. Entre essas recordações, o Benfica assinala a evocação da Guerra Colonial, quando o escritor afirmava que “enquanto o Benfica jogava, não havia guerra”, frase que aponta para a dimensão emocional do futebol mesmo em momentos de grande dureza.

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O clube recorda ainda outra declaração marcante, onde, com ironia e ambição, António Lobo Antunes confessou um desejo, “quero ser o Águas da literatura”. Para o Benfica, estas palavras ajudam a fixar a imagem de um adepto singular, cuja genialidade, pensamento e paixão ficarão na memória coletiva do benfiquismo.

O Sport Lisboa e Benfica terminou apresentando condolências à família, amigos e admiradores, associando-se ao luto de todos os que reconhecem na vida e na obra do escritor um legado maior da cultura portuguesa

O Comunicado

O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do escritor António Lobo Antunes, um dos mais ilustres adeptos do Clube, referência maior da cultura portuguesa contemporânea.
António Lobo Antunes manteve ao longo de décadas uma ligação afetiva ao Benfica, que tantas vezes atravessou a sua própria obra e os seus testemunhos públicos. A sua voz singular na literatura portuguesa expressou sempre uma identidade profundamente enraizada no benfiquismo.

Entre as muitas palavras que dedicou ao Clube, permanece particularmente marcante a recordação dos tempos da Guerra Colonial, quando afirmava que “enquanto o Benfica jogava, não havia guerra”, sublinhando a dimensão simbólica e emocional que o Benfica representava mesmo nos momentos mais difíceis.

Noutra ocasião, com a ironia e a ambição que marcaram a sua personalidade, confessou um desejo: “Quero ser o Águas da literatura”.

Com o desaparecimento de António Lobo Antunes, Portugal perde um escritor maior e o Sport Lisboa e Benfica um adepto cuja genialidade, pensamento e paixão pelo Benfica ficarão para sempre na memória coletiva do benfiquismo.

O Sport Lisboa e Benfica apresenta as mais sentidas condolências à família, amigos e admiradores de António Lobo Antunes, associando-se ao luto de todos quantos reconhecem na sua obra e na sua vida um legado maior da cultura portuguesa.

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