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O padrão repete-se: Luciano Gonçalves só reage ao Benfica

Luciano Gonçalves e a liderança da arbitragem

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Luciano Gonçalves permaneceu em silêncio quando, em fevereiro, Frederico Varandas surgiu publicamente a pressionar a arbitragem. Já sob a sua liderança no Conselho de Arbitragem, não houve uma palavra – nem nota, nem indignação – perante um condicionamento claro que culminou num título de campeão e numa Taça de Portugal, com episódios que, à vista de todos, prejudicaram diretamente o Sport Lisboa e Benfica.

Não surpreende, por isso, que apenas agora, quando o Benfica reage às arbitragens das primeiras jornadas, Luciano Gonçalves decida romper o silêncio. É um padrão que se repete desde os tempos em que liderava a APAF: sempre que o Benfica expressava publicamente a sua insatisfação, surgia a resposta imediata… seguida de uma queixa. Todas elas, recorde-se, foram perdidas no TAD.

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Vir agora desvalorizar a posição pública de um clube como o Benfica, justificando-a com “questões internas”, revela mais do que incompetência: revela soberba institucional. O que está em causa é o rumo do campeonato, não um ajuste de contas mediático.

Os números falam por si: jogos com 36% de tempo útil, partidas com mais de 40 faltas assinaladas e erros grosseiros e consecutivos que comprometem a verdade desportiva. Se este é o resultado do “maior investimento de sempre” na arbitragem portuguesa, então só há uma palavra para esta liderança: incompetência.

A arbitragem não pode ser gerida ao sabor de pressões nem com superficialidade. O futebol português merece mais.

As prints estão disponíveis em blogs do FC Porto e não nos esquecemos.

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