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O “rasteira com a cabeça” apita o derbi com o Sporting

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O árbitro da “rasteira com a cabeça” volta a aparecer em grande plano.

O mesmo árbitro que, só esta época, já apitou dois jogos do Sporting — e em ambos favoreceu claramente o seu clube:
• expulsões perdoadas em Famalicão,
• expulsões perdoadas com o Alverca.

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Isto não é coincidência.
Isto não é azar.
Isto não é incompetência.

Isto é gozo, é demonstração de poder, é promiscuidade entre quem apita e quem beneficia.
É a prova de que há erros feitos às claras, sem pudor e sem medo de consequências.

Num campeonato minimamente sério, um árbitro com este histórico nunca poderia sequer aproximar-se de um jogo do Sporting ou do Benfica. Em Portugal, é promovido.

E se dúvidas houvesse, bastava olhar para a época passada de António Nobre nos jogos do Benfica.

📍 Benfica–Estoril (15.ª jornada, 3-0 – 23 de dezembro)
Assinalou penálti aos 50 minutos por alegada falta de Tomás Araújo sobre Fabrício.
A decisão foi revertida após consulta ao VAR.

📍 Benfica–Casa Pia (19.ª jornada, 1-3 – 25 de janeiro)
Assinalou um penálti num lance entre Otamendi e Nuno Moreira com o jogo empatado 1-1.
O VAR chamou e o penálti foi revertido para livre fora da área.

📍 Benfica–Arouca (29.ª jornada, 2-2 – 13 de abril)
Marcou penálti contra o Benfica por falta de Otamendi sobre Jason.
Desta vez, mesmo após consulta ao VAR, manteve a decisão — e o erro.

Isto não é apenas má arbitragem.
É um padrão.
E padrões assim, em qualquer liga séria, afastam árbitros.
Aqui, dão-lhes mais jogos.

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