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Pedro Proença tinha razão, são muito fracos. Penalti contra o FC Porto por assinalar

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A arbitragem portuguesa continua em grande destaque, mas pelos piores motivos. Há suspeitas por todo o lado, dirigentes que permanecem em funções apesar das investigações em curso, a Polícia Judiciária a investigar alegadas irregularidades nas nomeações e o presidente da Federação Portuguesa de Futebol apanhado, em áudios divulgados publicamente, a classificar vários árbitros como fracos e muito fraquinhos.

No FC Porto-Torreense, já perto do final da partida, ficou por assinalar uma possível grande penalidade a favor do Torreense. André Narciso não assinalou a infração e o VAR, composto por Luís Ferreira e Rui Silva, também não recomendou qualquer revisão.

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O lance merece uma explicação clara. Tratava-se de uma decisão com influência direta no resultado e que acabou por beneficiar o FC Porto. A equipa portista venceu a Supertaça, mas ficou a polémica em torno de uma grande penalidade que, na minha opinião, deveria ter sido assinalada.

Tudo isto ganha ainda maior dimensão depois das declarações atribuídas a Pedro Proença. Primeiro, surgiram áudios em que criticava duramente os árbitros portugueses e garantia que não existia uma nova geração com qualidade. Mais tarde, apareceu publicamente a elogiar a arbitragem nacional e a afirmar que os árbitros portugueses são muito bons.

A contradição é evidente e não ajuda a devolver credibilidade a um setor já profundamente fragilizado.

É assim que começa a temporada 2026/27, com suspeitas, contradições, investigações e uma decisão polémica logo no primeiro grande jogo oficial.

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