Pinto da Costa e os politicos que estão no seu clube não querem comentar a insolvência da controlinveste?

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O presidente que alterou a data de fundação do seu clube por ódio e mesquinhez ao Benfica ainda não se pronunciou sobre a insolvência da Controlinveste. Os políticos em exercícios de cargos nesse clube também nunca os vi a falar das dividas ao Novo Banco desta.

A empresa Controlinveste SGPS, do empresário Joaquim Oliveira, declarou (depois de ter conquistado um acordo com os bancos) insolvência em fevereiro e, segundo avança o Jornal de Negócios, tem o Novo Banco, o BCP e a Olivedesportos (empresa igualmente detida por Joaquim Oliveira) como os três credores reconhecidos no processo de insolvência – sendo os bancos credores “comuns”, ou seja, prioritários, e a Olivedesportos um credor “subordinado” que, assim sendo, receberá por último.

O BCP tem créditos reconhecidos no valor de 405,9 milhões de euros, enquanto o Novo Banco viu reconhecido direitos de 151,95 milhões de euros. A este valor foram somados 195,7 milhões de euros da Olivedesportos, o que perfaz créditos totais de 753,6 milhões de euros. Por oposição às dívidas, os activos da Controlinveste SGPS – a holding que chegou a deter um dos maiores grupo de comunicação social em Portugal – ficam-se apenas pelos 153 mil euros: 5.592 euros numa conta à ordem e um reembolso de um pagamento especial fiscal no valor de cerca de 147 mil euros.

Segundo o relatório de insolvência da empresa, o caminho para a liquidação é “irreversível”, pois nenhum dos três credores propôs um um plano de recuperação, o que levou o administrador da insolvência, Jorge Calvete, a sugerir o “encerramento imediato”, a “liquidação do activo [recuperação de impostos]” e a “cessação de actividade em sede de IRC e IVA”.

O cidadão Luís Filipe Vieira não precisa de qualquer defesa até porque pedidos de insolvência não existem nas empresas que gere. Agora Pinto da Costa que fale das dividas do seu amigo. Porque essas sim são dividas sem possibilidade de as recuperar.