Processo de Luís Gonçalves no “congelador”

Luís Gonçalves, diretor-geral do futebol do FC Porto, está a ser investigado por corrupção ativa na atividade desportiva pelo Ministério Público, segundo avançou a imprensa.

A procuradora-geral da Comarca de Braga, Nélia Teixeira Alves, terá pedido à Federação Portuguesa de Futebol alguns documentos relacionados com o Sp. Braga-FC Porto da temporada 2016/17, que se realizou a 15 de abril, explicando que o dirigente azul e branco está a ser investigado e que tal informação era “imprescindível”.

Também foram pedidos os mapas de nomeações, mapas de castigos dessa jornada e do relatório de jogo do árbitro Hugo Miguel, o Ministério Público terá igualmente requisitado as classificações dos árbitros na última época, bem como as notas atribuída ao longo da temporada a Tiago Antunes, quarto árbitro nesse Sp. Braga-FC Porto que viria a descer de divisão.

Ora este processo dura e dura e dura. A ameaça foi feita, árbitro desceu e as investigações, segundo o jornal i, estão “congeladas”. Luís Gonçalves foi expulso após o apito final por protestos, tendo mesmo dito a Tiago Antunes, como consta no relatório de jogo, que teria “uma carreira curta”. “Nós sabíamos o que vinhas para aqui fazer, vamos conversar mais tarde, a tua carreira vai ser curta”, terá dito. No seguimento disso mesmo, o dirigente foi suspenso por 30 dias pelo Conselho de Disciplina da Federação.

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