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Record tenta minar balneário do Benfica

O grupo Cofina encontrou uma maneira de ganhar audiências/vendas pós “série” Jorge Jesus. Se não lhes dão jogadores para “promos” ou entrevistas e se lhes negam perguntas, usam a tática criminosa da salinha escura do FC Porto, no tempo dos e-mails.

Imprensa livre, não significa recurso ao crime para conseguir vender. Ou pelo menos criar tema para garantir mais uma semana de audiência e com isso captar mais patrocínios. O processo está em segredo de justiça e o que está a acontecer deveria envergonhar o Ministério Público.

Como é que se permite que um jornal publique detalhes de um contrato de um jogador que é atualmente titular indiscutível no Benfica? Criar divisão no balneário? Arranjar forma de criticar o jogador cada vez que falhar um passe? Isto não é concorrência desleal ao revelarem tudo o que alegadamente se passa no clube, em que a maioria não está contextualizado? Estes detalhes do contrato do Weigl não têm qualquer relevância para o processo em questão.

Na semana passada as paragonas eram de que o Benfica queria contratar Rúben Semedo por 50 milhões. Tudo criticou e fizeram disso notícia durante uma semana. Hoje ficámos a saber que o Rúben não era o Semedo, era o Rúben Dias que seria vendido. Deu pelas manchetes ou programas de 3 horas? É a conta gotas?

O processo “Cartão Vermelho” envolve o FC Porto, Pinto da Costa, Alexandre Pinto da Costa etc etc… Já viu alguma escuta sobre o assunto, publicado nesse grupo?

O FC Porto foi condenado pelo que está a fazer o grupo Cofina. Será que estes também vão ser chamados à responsabilidade?