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Rui Gomes da Silva: “campeonato que teimam em inclinar”

Rui Gomes da Silva: “campeonato que teimam em inclinar”

O VAR voltou a ser alvo de muita contestação nesta 11.ª jornada. Esta segunda-feira, Rui Gomes da Silva juntou-se ao coro de críticas apontando o que sucedeu nos jogos de Sporting e FC Porto e interpelou diretamente o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF): num “campeonato que teimam em inclinar”, o antigo vice-presidente do Benfica fala em “vergonha” e pede a Fernando Gomes para “acabar com este clima de suspeição permanente sobre a arbitragem no futebol português”.

“Onde está o som do VAR de Vila do Conde, da semana passada, Dr. Fernando Gomes? Se não fosse o vídeoárbitro andar por onde não devia ter andado… o penálti do Sporting contra o Setúbal nunca teria sido confirmado e o golo em Vila do Conde teria sido anulado! A diferença? 5 pontos de que o Sporting beneficiou…o que significaria estarem, 2 pontos atrás do Benfica (sim, do Benfica, … com todas as dificuldades por que tem passado) à entrada para a jornada do fim de semana que passou. E como não acreditamos em teses da não troca de impressões no jogo com o Rio Ave, volto a lançar-lhe o mesmo desafio da semana passada: mostre lá, senhor presidente, o som do VAR na confirmação do golo do Sporting em Vila do Conde”, escreve no seu texto semanal no blog ‘Novo Geração Benfica’.

E prossegue: “E onde está o som do VAR no Dragão, dr. Fernando Gomes? E se [no sábado], no Dragão, o VAR também tivesse atuado, como era sua obrigação, isto significaria que a super equipa, do super treinador, da super estrutura, do super presidente, com um super funcionário do ano poderia – com uma derrota – ficar 2 pontos à frente do Benfica (sim do Benfica, com todas as dificuldades por que tem passado) quando a equipa de Rui Vitória saísse de Guimarães, depois de concluída a jornada deste fim de semana”.

O encontro de Alvalade também não fugiu à análise de Gomes da Silva. “O golo do Braga, que Xistra e o seu VAR não quiseram validar, é mais uma machadada na credibilidade de um vídeo-árbitro que devei ir para a cabine vestido de… azul e verde… aos quadrados, para servir os dois! Ou o penálti marcado contra o Braga, precedido de falta… que, aos 95 minutos, deu o empate ao Sporting… Por isso lhe lanço, daqui, o desafio: Mostre lá, senhor presidente, o som do VAR no lance do golo invalidado ao Braga e no do penálti, aos 95 minutos, a favor do Sporting!”

E concluiu: “Quero ouvir o que disse o VAR nesses três jogos! Quero eu e quer o país do futebol. Ou só se pode ouvir o VAR quando age (ainda por cima bem) em jogos do Benfica? Num fora de jogo que existiu … quiseram ouvir … para criticar o tom da comunicação…  O que contestam eles nos invocados erros do VAR nos jogos do Benfica? Livres não marcados – onde se discute a intensidade e não erros de catedral – na mesma jogada … mas muito antes do golo acontecer. O que contestamos nós? Penáltis não assinalados que foram, penáltis assinalados que não existiram, golos que deveriam ser invalidados, mas não o foram ou penáltis marcados precedidos de faltas”.
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