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Atitude antidesportiva de Taynan já valeu dois anos de castigo. FPF em silêncio

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Em 2006, Malwee – Boomerang Interviú enfrentaram-se na Taça Intercontinental.

 

A 55 segundos do final, o guarda-redes suplente do Malwee, Bagé, entrou em campo e defendeu uma bola. A regra ditava amarelo, mas o jogador foi imediatamente expulso.

Implacável perante o ocorrido, a Confederação Brasileira de Futsal suspendeu Bagé por dois anos pela ação antidesportiva.

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Após a vergonha ocorrida no dérbi, torna-se imperativo que em Portugal sejam tomadas medidas imediatas e que Taynan seja suspenso de igual forma. Caso contrário, será aberto um grave precedente e, daqui para a frente, todos os elementos externos ao jogo poderão entrar em campo e decidir o resultado final.

De forma inexplicável, a Federação Portuguesa de Futebol, que vive o futsal à custa do Derbi de Lisboa na modalidade, continua em silêncio. Talvez volte a falar quando o Benfica deixar de promover uma modalidade que cada vez mais segue o caminho do hóquei.

 

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