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Benfica sofre um golo num fora de jogo posicional que parece ter deixado de existir

Só existem foras de jogo posicionais nos golos do Benfica em jogos decisivos. O que conta é mandar umas garrafas de agua ao treinador e isqueiros aos jogadores

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Se alguém conseguir explicar o porquê de não ter sido anulado o golo do Nacional por fora de jogo posicional, ficaria extremamente agradecido. Isto não se fala porque se passa na Segunda Liga, porque não é um jogo decisivo para um acesso à final da Taça de Portugal e porque alguns totós andam mais entretidos a escolher treinadores, a atirar garrafas e isqueiros à equipa. É a tal exigência que tanto falam e que cai em saco roto quando vemos situações como esta.

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Quem remata dá uma chapada na cara do jogador do Benfica B. O jogador do Nacional, que está em fora de jogo posicional, até levanta a perna para que a bola passe e o golo é validado. Deve ser por ser na Madeira que as regras são diferentes. Em Alvalade, no golo de Di Maria que dá o empate ao Benfica na 1ª mão das meias finais da Taça de Portugal, frente ao Sporting, o árbitro decide anular por Tengstedt está uns metros ao lado. Nunca tapou a visibilidade do guarda-redes do Sporting mas decidiram anular.

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Resultado, Benfica eliminado!

Ontem, num jogo que até correu mal para o Benfica B, o terceiro golo tem muito mais razões para ser anulado. Não foi! João Gonçalves foi o árbitro da partida e no VAR esteve o José Bessa.

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