Ministério Público instaurou um inquérito à 2.ª parte do jogo entre Estoril e FC Porto

O Ministério Público (MP) instaurou um inquérito à 2.ª parte do jogo entre Estoril e FC Porto, disputada em 21 de fevereiro, confirmou esta quarta-feira à Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR).

“A queixa relacionada com a segunda parte do jogo Estoril Praia-FC Porto foi remetida ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, onde deu origem a um inquérito que se encontra em investigação”, disse fonte oficial da PGR à imprensa.

Um embate que o FC Porto estava a perder por 1-0 ao intervalo onde foi interrompido devido a problemas de segurança que no fim ficaram provados que nunca esteve em risco a vida das pessoas.

Em causa estará uma reunião de um representante da Traffic, empresa que detém a maioria do capital da SAD do Estoril, um empresário e um dirigente do FC Porto, antes da segunda parte do encontro, altura em que também foi feita uma transferência bancária de 780 mil euros dos dragões para os canarinhos.

Na semana passada, o diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, afirmou que este montante se refere a dívidas para com o Estoril, nomeadamente sobre a transferência do Carlos Eduardo para o Al Hilal e a cedência de Licá. Chegou a meter os pés pelas mãos uma vez que nos relatórios anteriores essa mesma divida não existia.

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