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“O Benfica vai querer vingar-se. Os seus jogadores têm muita experiência e têm esse espírito”

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O jogo de amanhã frente ao Benfica pode ser decisivo para garantir a passagem à fase seguinte.

 

“A euforia é incrível. Os três jogos da equipa na competição foram impressionantes”, disse Mikel Recalde, jornalista do Noticias de Gipuzkoa.
Miguel González, do El Diario Vasco, concorda: “Há uma enorme ilusão na cidade. Os adeptos sabem que pode fazer-se história. O estádio vai estar cheio e vai ser muito emotivo.”

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Apesar do entusiasmo e da vitória em Lisboa, o Benfica é encarado com alguma desconfiança. “Sabemos que o Benfica é uma grande equipa. É o Real Madrid de Portugal. Havia algum medo do Benfica antes do primeiro jogo, mas para esta partida há muito respeito. O Benfica recupera alguns jogadores, mesmo com outros lesionados, e é uma equipa acostumada a ganhar”, afirma Mikel Recalde.

“O Benfica perdeu em casa com a Real Sociedad e foi assobiado. Vai querer vingar-se. Os seus jogadores têm muita experiência e têm esse espírito, estão habituados a jogar na Europa. Ninguém acredita que vai ficar fora da Liga Europa”, acrescenta.

 

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O desfecho da partida na Luz surpreendeu San Sebastián, até pela exibição das águias. “O Benfica era o favorito e não só ganhar, mas ser tão superior causou muita surpresa. Os adeptos da Real esperavam muito mais”, sublinha Miguel González.

“O Benfica vai jogar muito melhor do que em Lisboa. Mudou o sistema e é verdade que tem algumas baixas, mas também recupera Guedes e Di María. Não foi o Benfica normal, mas o expectável é que o Benfica venha para ganhar”, refere, reforçando: “Ninguém esquece que o Benfica entrou no top-8 da Liga dos Campeões e só caiu com o Inter. As pessoas não se fiam que por ter vencido em Lisboa a Real vá ganhar de novo. Espera-se uma batalha muito dura e difícil.”

A Real Sociedad perdeu pela primeira vez em casa no sábado, frente ao Barcelona, nos descontos. Os últimos minutos têm sido um problema para a equipa basca. “A Real tem um onze muito bom, mas os suplentes baixam o nível. Com o Inter foi superior, mas os suplentes adversários foram importantes para o empate [1-1]”, realça Miguel González.

“É uma equipa à qual está a custar muito acabar os jogos porque o nível de intensidade é altíssimo e para isso é preciso ter bons jogadores para os últimos minutos”, subscreve Mikel Recalde. E foi assim que o conjunto de San Sebastián já perdeu dois jogos e empatou três – sofreu oito dos 16 golos a partir dos 80’.

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