Sporting sem vergonha na cara vira-se para o presidente do Benfica

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Primeiramente vou divulgar as declarações infelizes de funcionário de um clube que não respeita a dita “verdade desportiva” desde 1939.

“…Vimos alguém lembrar-se de comparar o incomparável, de comparar o que se passou no Jamor com o circo que foi montado em janeiro de 2020 para pedir o adiamento de um jogo.

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Na altura, o V. Setúbal apresentou-se com 11 jogadores de início e com só um guarda-redes, o que é extraordinário. E, se bem me recordo, tinham cinco suplentes. Foi uma comparação muito infeliz, fica muito mal ao Rui Costa dizer uma coisa dessas. Este jogo obviamente deveria ser repetido, pela verdade desportiva. É mais ou menos unânime que o que se passou não deveria ter acontecido. Fica muito mal ao presidente do Benfica tentar comparar as duas situações que de comparável nada têm. Quem poderia ter evitado esta vergonha seriam os intervenientes deste jogo e por algum motivo não o quiseram fazer”, disso o diretor de comunicação do Sporting.

De facto é preciso ter vergonha na cara para vir falar em detalhes quando o Sporting é o oposto da “verdade desportiva”. Não foi com o Setúbal, foi com o Fabril. Vai dar ao mesmo. O Fabril com um surto de Covid-19, foi obrigado a jogar contra o Sporting B mesmo depois de ter sido pedido o adiamento do jogo.

Vamos falar de mais quatro exemplos da falta de verdade desportiva.

João Palhinha nunca chegou a cumprir o castigo por ter levado o 5º amarelo. Até hoje, foi o único jogador no mundo a levar 5 amarelos sem cumprir o castigo.

Sporting tentou ganhar o jogo da taça de Portugal na secretaria, frente ao alverca, alegando uma utilização irregular de um jogador. Basearam-se numa má interpretação dos regulamentos para tentar vencer na secretaria.

Sporting tenta transformar a mãe da Taça de Portugal em campeonatos. Há factos por todo o lado que provam que o campeonato de Portugal deu lugar à Taça de Portugal. É essa a essência da “verdade desportiva” do Sporting?

E para finalizar, a concorrência desleal cometida pelo Sporting nestes últimos anos. Devem aos bancos, têm perdões de dívida, fazem trocas de jogadores para maquilhar as contas e com isso evitam venda de ativos. O presidente bem disse que tinha ao seu lado juízes e pessoas influentes. Talvez seja por isso que não são alvos de buscas ou de comissões de inquérito parlamentares.

É esta a verdade desportiva do Sporting. Aponta o dedo ao presidente do Benfica e esquece dos telhados de vidro que já não têm, porque até isso hipotecaram.

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