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As análises cegas e ridículas dos ex-árbitros

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Querem fazer as pessoas de parvas mas não vão passar

 

O lugar para o Conselho de Arbitragem vai estar disponível, e já se percebeu nas análises de uns quantos especialistas da especialidade. Após o jogo, todos os especialistas da especialidade, que entraram em direto, quando confrontados com as imagens de que o guarda-redes tem o campo de visão aberto sobre a bola, justificaram com as leis, livros e de que não era no momento em que a bola parte, que estava em causa.

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Hoje, através dos jornais, podemos ver que são cegos. A maioria fala na visibilidade do guarda-redes sobre a bola. E vamos mostrar um a um.

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A começar por Duarte Gomes que sonha com um lugar no Conselho de Arbitragem da FPF e que ultimamente muda de opiniões ao sabor do vento.

“O guarda-redes tem de ver toda a trajetória da bola e não apenas o remate. Quando Tengstedt cruzou o seu caminho, estando perto dele, deixou de ver. Fora de jogo indiscutível. Excelente intervenção do VAR”.

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A bola passa a uns 2 metros do Tensgsted. O guarda-redes vê toda a trajetória da bola exceto quando Morita e Diomand a tentam interceptar. Prova disso, é quando vemos o guarda-redes do Sporting a fazer-se à bola quando o jogador do Benfica lhe passa à frente. Nunca depois fruto da tal falta de visibilidade.

Agora é a ver dos artistas do OJOGO.

Jorge Coroado: Tengstedt, quando Di María rematou, estava fora de jogo, tirando visibilidade ao guarda-redes Franco Israel.

José Leirós: Fábio Melo, no VAR, decidiu bem ao chamar Veríssimo para analisar. Mesmo não tocando na bola, Tengstedt estava à frente de Franco Israel, em posição de fora-de-jogo, afetando o guarda-redes, ao obstruir a sua linha de visão. Fora de jogo bem assinalado.

Fortunato Azevedo: Após o remate de Di María, Tengstedt estava em posição de fora-de-jogo. Com o seu movimento dificultou a visão do guarda-redes do Sporting. Esteve bem o VAR ao chamar Fábio Veríssimo, que depois de visionar o lance reverteu, e bem, a sua decisão.

Olhe aí o Tengstedt a ‘obstruir’ a ‘linha de visão’ do guarda-redes do Sporting. Quer ver o momento em que o movimento do jogador do Benfica dificulta a ‘visão do guarda-redes’?

Vamos aos dois do Record

Jorge Faustino: Tengstedt estava em posição de fora-de-jogo(43cm). No percurso da bola do remate de Di
Maria até à baliza, houve um momento em que Tengstedt estorvou a visibilidade de Israel. Bem o VAR. Bem anulado.

Marco Ferreira: Di María aparece na área e faz golo num lance onde Tengstedt, em posição irregular, passa à
frente do guarda-redes tendo impacto na sua visibilidade. Boa intervenção do VAR e golo bem anulado.

O impacto foi de tal forma grande, que ninguém do banco se levantou a contestar, e muito menos o guarda-redes. Basta ver que após o golo ninguém contestou o posicionamento do jogador do Benfica. Ao contrário do que se passou em Braga, o guarda-redes foi tirar satisfações com o árbitro. Aqui só lamentou que os colegas não tivessem parado o remate.

 

O que após o jogo tentaram justificar, hoje aparecem com justificações que não correspondem com os factos. Todos sem excepção, falam na falta de visibilidade do guarda-redes. Pelo vídeo, e só focando no guarda-redes, o mesmo não perde a visão da bola. Tengstedt está na posição contrária onde a bola vai passar a cerca de 2 metros. Israel vê a bola partir e até se atira a ela, antes do movimento do Tengstedt, o que prova que sempre a viu. Ao contrário do que aconteceu em Braga quando Matheus só se atirou depois do momento de centímetros do Pote.


 

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