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As coincidências dos pagamentos das dividas do FC Porto antes e a meio dos jogos

São só coincidências

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Mais um jogo e mais um triste espetáculo de coincidências a envolver o FC Porto

 

Na semana passada saiu a noticia de que o Edgar Costa foi aliciado para não rematar no jogo contra o Benfica. Ele que tem em média 1.7 golos por época nos últimos 10 anos. Seria mais fácil aliciar para tentar marcar mais do que o contrário. A coincidência é que viu o amarelo nos minutos finais e não defrontou o FC Porto.

Chegámos ao jogo e o FC Porto vence a partida de forma tranquila, com um guarda-redes a olhar para as bolas de golo. A coincidência é que defende sempre tudo contra o Benfica, já com o outros, defende com o olhos. Dizer que faz de propósito? Nada disso. O jogador é profissional mas o que realmente o motiva, são os jogos contra o Benfica.

 

Antes deste jogo, houve acordo de um pagamento de divida do FC Porto ao Marítimo. 16 anos depois o FC Porto quer pagar um milhão e 50 mil euros ao Marítimo, pela transferência de Pepe.  Repetido, 16 anos depois, o FC Porto decide pagar uma divida. Nesse período temporal houve equipas que viram negadas as suas inscrições, na Liga, devido a dividas.

No pós-jogo o treinador do Marítimo disse isto: “Estou um pouco exaltado pelo que os meus jogadores fizeram e pelo comportamento com que entraram na segunda parte. Nada justificava e eu não dei instruções para que isso acontecesse. Faltou termos a mesma intensidade nos movimentos de pressão.” Disse José Gomes treinador do Marítimo.

A coincidência está no outro pagamento, de uma suposta divida do FC Porto, ao Estoril a meio de um jogo.  784 mil euros era o que o FC Porto devia mas esse valor não constava nos exercícios apresentados. Nesse dia, o FC Porto jogou a segunda parte de um encontro a contar para a I Liga que tinha sido suspenso devido a alegados problemas nas bancadas do estádio do Estoril. O FC Porto perdia na primeira parte até à interrupção e ganhou na segunda, por 1-3.

Ivo vieira, na altura treinador do Estoril, arrasou a equipa: “Na minha pessoa, como responsável, vou dar sempre o corpo as balas. Quase dava dó ver Estoril em campo. Não ganhava uma primeira bola, não dava dois toques. Nos últimos cinco minutos aparecemos mais perto da área do FC Porto, mas o resultado já estava feito. Eu tenho de repensar, mas estes atletas também têm de repensar o compromisso que têm com esta instituição. Não basta vestir uma camisola, tem de trabalhar para dignificar a mesma. A responsabilidade é minha, mas é quem desfruta no campo são os jogadores. Uma coisa é perder sendo competentes, oferecendo dificuldades, dando o nosso máximo, mas com comportamentos destes temos de repensar. Em 20 minutos sofrer três golos … quando estávamos em vantagem e tínhamos 45 minutos para jogar. Se queremos o melhor e almejar clubes maiores, com este comportamento muito dificilmente chegarão a outro patamar.”

Tudo coincidências com os pagamentos de dividas antigas do FC Porto, falta de empenho das equipas com os treinadores a criticarem os jogadores.

Leia também: Acordo de pagamento entre Marítimo e FC Porto em dia de jogo

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