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Quem ganha a comissão pela venda das bandeirolas e redes da baliza do FC Porto?

Pinto da Costa disse que ia chegar aos capitais próprios positivos até ao final do ano. E parece estar a levar a coisa a sério. Até as bandeirolas coloca à venda já que não conseguiu fazer dinheiro com o estádio no dia do jogo.

 

Toda a gente espera que o FC Porto adiante os 50 milhões da entrada no campeonato do mundo de clubes. Esperam conseguir adiantar mais 100 milhões com o naming do estádio. O que não esperavam era ver uma ação de marketing tão agressiva como a venda de bandeirolas e redes da baliza de um jogo em que nem meia casa teve.

 


O FC Porto colocou hoje à venda redes de baliza e bandeirolas de canto do jogo contra o Shakhtar Donetsk, que valeu a passagem dos dragões aos oitavos de final da Champios. Os preços variam entre os 425 e os mil euros.

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No site oficial do clube é possível verificar as várias ofertas, com a rede da baliza sul à venda por 1.100 euros, enquanto a da baliza norte custa 900 euros. As quatro bandeirolas de canto, com o emblema dos dragões, também estão disponíveis com os preços a variarem entre os 425 e os 550 euros, uma iniciativa que faz parte da «nova aposta» do clube, denominada de «memorabilia do clube».

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«Se há momentos que se tornam eternos, há, certamente, objetos, mais ou menos comuns, que os ajudam a recordar. É este o conceito da nova aposta do Futebol Clube do Porto: memorabilia do clube. Seja uma bola, uma bandeirola de canto, uma cadeira… Quase tudo, no fundo. Em vários momentos ao longo do ano, o F. C. Porto disponibilizará para venda alguns artigos que fazem parte da vida emocional do clube. Produtos únicos, com uma história própria, autenticados pelo clube e com uma identidade que os transformam em preciosidades para portistas, acima de tudo, mas também para colecionadores. O mote é simples: seja um orgulhoso detentor de um pedaço de história do clube», consta na mensagem no site do FC Porto.

Só faltou colocar à venda o Banco onde não se senta o Conceição, o megafone do macaco e a mítica tomada que liga ao sistema do VAR. E os roupões personalizados com o nome dos árbitros? Também têm valor comercial? E o mais importante disto tudo, as comissões. Toda a gente sabe que naquele clube há sempre alguém a levar uma % para casa. Será que foi ideia do Pinho?

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