Passou por um dos maiores clubes da Argentina, o River Plate, e diz que o Benfica é igualmente um clube “gigante”. Pablo Aimar conta que ficou impressionado com a dimensão dos encarnados e que, também por isso, passou cinco anos tão bons em Lisboa.

Festejos no Marquês e a cidade de Lisboa: “É uma felicidade incrível ver tanta gente a festejar. A cidade de Lisboa e o clima são impressionantes.”

Paixão dos adeptos do Benfica e do River Plate: “São ambas equipas gigantes e é muito bom jogar em equipas tão exigentes.”

Mística do clube: “Há essa mística, a cor, a paixão, o estádio, a cidade… Ir a Paris ou ao Luxemburgo numa pré-época e estar tudo cheio de adeptos. Irmos a Inglaterra e parte do estádio estar preenchida com adeptos do Benfica. Fora de Portugal não se tem tanto a noção da grandeza do Benfica. Por isso é que foi tão bom. Traz-me recordações muito boas esses cinco anos em Lisboa. As minhas duas filhas mais novas são portugueses, nasceram aí.”

Papel de Rui Costa na integração: “Faz-te sentir como em casa. Quando chegas, diz-te que és mais um deles. É fundamental que te recebam bem, porque é difícil entrar num grupo novo. Mas recebem-te como se lá estivesses há muito tempo.”

Luís Filipe Vieira: “Tenho um enorme respeito por ele. Deu-nos a possibilidade de jogar no Benfica, é muito sério e faz o seu trabalho muito bem.”

Treinar dá gosto? “É o mais parecido com jogar, portanto, gosto muito. É o nosso ambiente. Não há nada como jogar, não há igual, mas treinar e explicar coisas aos jovens, participar nos treinos, falar com eles, é o mais próximo. Agora, jogar é inigualável.”

DECLARAÇÕES À BENFICA TV