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Vice-presidente do Flamengo fala do Benfica e de Jorge Jesus

O vice-presidente para o futebol do Flamengo, Marcos Braz, principal responsável pela contratação de Jorge Jesus, deu conta, em conversa com A BOLA, de que está tranquilo quanto ao interesse das águias no treinador de 65 anos. Partilha que não foi confrontado oficialmente com qualquer manifestação do Benfica, nem Jorge Jesus o informou sobre o assunto. Só tem a certeza de que haverá final feliz. Fique ou parta Jesus.

«Não estou a par oficialmente [do interesse do Benfica], mas lemos pelos jornais. Tenho nacionalidade portuguesa, sou português e conheço muitas pessoas do futebol que me confirmam», começou por dizer Marcos Braz, para quem o desejo do Benfica de contratar Jesus em nada o surpreende. «Um grande clube português querer contratar o Jorge é sinal de que acertámos ao acreditar nele há um ano. Nada que seja inesperado», justifica o homem forte do futebol do campeão brasileiro e vencedor da Taça Libertadores.

O Flamengo, por agora, vai esperar. «Não conversei com o Jorge sobre esse assunto», assinala Marcos Braz, que até diz que não tem muita coisa para conversar com o mister, como Jesus ficou conhecido no Brasil. Mantém, porém, abertura para ouvir o treinador que Vieira quer de volta na Luz: «Se houver qualquer interesse dele em falar sobre qualquer assunto, falarei com ele. Vou aguardar.»

O vice-presidente para o futebol do Flamengo vinca que a relação com Jesus «é a melhor possível» e dispara um tiro sem, no entanto, abrir muito o jogo: «A minha relação com o Jorge é a mais leal possível, por tudo o que tratámos e falámos desde que falei com ele em Lisboa. Cumpri tudo e nem estou a falar de assuntos financeiros. É uma relação muito boa. No dia em que [Jesus] ache que tem de falar de um assunto importante para falar comigo, falarei.»

«Não temos de negociar nada. A minha relação com o Jorge é maior do que isso, muito maior do que isso. Vai conversar comigo a hora que entender ou se entender que tem alguma coisa para falar. Não tem de abrir negociação, não tem abrir mão», acrescentou.